9a Edição do Programa Municipal de Fomento ao Serviço de Radiodifusão Comunitária

Programa Lima Barreto e a crítica social na literatura

Episódio 1

No primeiro episódio da série iniciamos a jornada pela vida e pela obra de Lima Barreto, um escritor que fez da palavra instrumento de crítica, resistência e consciência social.

Episódio 2

No segundo episódio, a jornada avança para um território mais íntimo e áspero: os anos de formação, os espaços de exclusão e os conflitos que moldaram o escritor antes de sua plena afirmação literária. Acompanhe os caminhos que levaram Lima Barreto a fazer da literatura um gesto de lucidez e enfrentamento

Episódio 3

No terceiro episódio, entramos no território onde palavra e urgência se encontram: o jornalismo como trincheira, a crônica como arma e a escrita como gesto de enfrentamento. Entre redações, ruas e páginas afiadas, Lima Barreto constrói uma critica implacável à República dos doutores e dá voz a um Brasil que não cabia nas colunas sociais.

Episódio 4

No quarto episódio, entramos em território sensível e decisivo: o romance que escancarou os bastidores do poder, da imprensa e das desigualdades que insistem em se disfarçar de mérito. Descubra por que Recordações do escrivão Isaías Caminha continua sendo uma leitura incômoda, necessária e profundamente atual.

Episódio 5

No quinto episódio convidamos você a escutar a trajetória de um personagem movido por ideais, princípios e uma fé inabalável no Brasil. O Triste Fim de Policarpo Quaresma. Uma obra em que o idealismo confronta a realidade. E a crítica literárja se faz por meio da sátira, da ironia e do desencanto.

Episódio 6

No sexto episódio Lima Barreto lança seu olhar mordaz sobre os bastidores da política brasileira, revelando discursos vazios, vaidades inflamadas e os jogos silenciosos que sustentam o poder. Acompanhe o programa sobre "Numa e a Ninfa" e descubra por que o riso, nas mãos de Lima Barreto, pode ser a forma mais contundente de critica social.

Episódio 7

No sétimo programa você vai ficar sabendo que Cartola praticamente desapareceu da cena musical por muito tempo, saiu do Morro da Mangueira e quase foi dado como morto. A vida dele estava ruim…muito ruim…e piora ainda mais! Vem com a gente porque programa está imperdível!

Episódio 8

No oitavo episódio entre a virtude silenciosa e a vaidade dos salões oficiais, Lima Barreto constrói o retrato de um homem que observa o mundo. Em "Vida e morte de M. J. Gonzaga de Sá", a crítica social surge em tom mais contido, mas não menos profundo. Não perca!

Episódio 9

No nono episódio entramos em um país fictício e, ao mesmo tempo, bastante familiar. Os Bruzundangas. Uma alegoria afiada sobre poder, vaidade intelectual e a engrenagem dos favores que sustenta a vida de certos privilegiados. Não perca! Muito humor, ironia e crítica radical para entender um país que ri de si mesmo para não encarar o espelho.

Episódio 10

O décimo episódio revela como a literatura de Lima se torna denúncia: a cor, o nascimento e os limites impostos a quem ousa ultrapassar o lugar designado. Uma reflexão sobre mérito, exclusão e o custo de existir como intelectual negro em um país que se dizia republicano. Mais do que um tema histórico, uma chave para compreender o Brasil de ontem e de hoje.

Episódio 11

No penúltimo episódio nosso grande escritor oferece um diagnóstico duro sobre a sociedade brasileira e suas ilusões republicanas. Entre patriotismo de fachada e cidadania negada, emerge uma crítica que atravessa o século. Um episódio sobre desilusão, lucidez e as engrenagens invisíveis do poder.

Episódio 12

No episódio final refletimos sobre silêncio, exclusão e permanência. Enquanto o Brasil celebrava a modernidade, uma das vozes mais lúcidas de sua literatura se despedia. deixando um legado impossível de apagar. Não perca! Uma homenagem à escrita que nasceu nas margens e atravessou o tempo. Não perca!

9a Edição do Programa Municipal de Fomento ao Serviço de Radiodifusão Comunitária

Podcast Vozes Marginalizadas – Lima Barreto e a Literatura da Resistência

Podcast

Um podcast sobre Lima Barreto e a escrita como ato de insurgência. Porque algumas vozes não pedem licença. Elas resistem.